quarta-feira, 9 de julho de 2008

Um nome


Resolvi escrever para contar como foi que eu cheguei ao nome do blog. Sabe, eu acho meio pateta explicar algumas coisas. Coisas tipo nomes. Se foi esse o nome que eu escolhi, é esse e pronto, não? Mas preciso confessar a vocês que sofri um vazio criativo depois de assistir “CQC”, aquele programa do Marcelo Tas que passa na Bandeirante...
Gente, depois da enxurrada de criatividade, pensamento rápido e habilidade com as palavras que eu vi ali, me desculpem... Bateu aquela burrice... Não escrevia mais nada sem odiar e jogar fora.
Deixando o complexo de mediocridade de lado (por um momento apenas, não se acostumem), vamos aos nomes. O primeiro deles foi “Alma de borracha”. No caso, seria a referência de uma referência; este é o nome de um disco de 87 (se não me engano) do Beto Guedes, cantor mineiro adorado por mim. “Alma de borracha” também é a tradução de “Rubber soul”, álbum dos Beatles. Beto, assim como eu, é beatlemaníaco. “Rubber soul” é o meu xodó dos Fab4. Simplesmente VENERO este álbum.
Dessa forma, “Alma de borracha” só seria uma identificação de coisas que eu gosto, não sendo tããão óbvio. Claro, significados mil poderiam ser atribuídos ao nome, mas não é intenção minha. Tudo foi por água abaixo quando descobri que já havia um blog com esse nome. Ok, a busca continuou, passando por flores (“Margarida psicodélica”, e não me perguntem o motivo...); frutas (“Pé de melancia” [?]); sabores (“Azedume magnético”), infância (“Bodoque atômico”)... e tudo isso sem sucesso de englobar a proposta do blog (que cá entre nós, nem eu mesma sei).
Resolvi apelar para o maior clichê de todos: o NADA. É, crianças. Cheguei à pérola “Extremo do nhé”. Para quem não sabe, “nhé” é um barulho de velho. Velhos fazem barulho, a saber. Juntamente com “hein?!”, “ãhn”, “humpf”, “quem?” e “nhan”, o “nhé” representa o enfadonho, o ápice da chatice e da reclamação. Fiquei com essa idéia na cabeça até, mais tarde, achar uma comunidade do nosso querido ORKUT que conseguia definir o dito “Extremo do nhé”. E para isso, arranjou a interjeição mais bizarra ainda: “Bleh”. Assim. Com maiúscula e sem nenhum ponto de exclamação no fim...
Aí não deu. Putz, eu pensei, assim já é demais. É ser rabugenta ao extremo! E é preciso uma fachada mais simpática para conseguir leitores, hein?!
Depois da triste constatação de que eu sou mesmo muito monótona (assim, em pessoa), resolvi ir para o meu quarto e escrever. Só que não saía nada! Olhando para as paredes, o lençol e meus sapos de pelúcia (adivinhem: todos na cor verde...), pensei que esse negócio de blog não ia dar certo, já que eu não tinha nem um nome decente e muito menos o que escrever no primeiro post.
Estou finalizando o post e, que engraçado, consegui o nome e o assunto do primeiro texto!
Acho que vou passar mais tempo do que eu imagino dentro deste quarto...

3 comentários:

Alexandre Vastella disse...

Eu sou o primeiro a comentar no seu blog! Ohhh que honra haha
Na verdade eu nunca comentei num blog da blogspot

Gostei do nome

PedroNegro disse...

Olhando para as paredes, o lençol e meus sapos de pelúcia (adivinhem: todos na cor verde...), pensei que esse negócio de blog não ia dar certo, já que eu não tinha nem um nome decente e muito menos o que escrever no primeiro post.


sua danadeeeeeeeeenha! gostei muito, bróder! tu ficou com uma imagem meio marimoon na minha cabeça, manja? mas ela é tosca, e tu, não!

bjos e vamos pra quebrada do funk da comunidade!

Heliana-tradutora disse...

ahhhhhhhhhhh adorei da uma ideia d caixinha d segredos sabe??
ehehehehhehe

qro ver se assim a senhorita passe a frenqtar mais o meu espaço na net(se bem q este ja foi abandonado ate msmo pela dona blogueira)

um beijão nai nai *-*